Com sinais de ateromatose. A análise de fluxo sanguíneo com Doppler espectral e cores mostrou fluxo laminar, trifásico e com velocidade normal. Diâmetro normal.
Com sinais de ateromatose. A análise de fluxo sanguíneo com Doppler espectral e cores mostrou fluxo laminar, bifásico e com velocidade normal. Diâmetro normal.
Com sinais de ateromatose. A análise de fluxo sanguíneo com Doppler espectral e cores mostrou fluxo laminar, monofásico e com velocidade reduzida. Diâmetro normal.
Com sinais de ateromatose. Sem sinais de fluxo sanguíneo com Doppler espectral e cores. Diâmetro normal.
Com sinais de ateromatose. A análise de fluxo sanguíneo com Doppler espectral e cores mostrou fluxo laminar, monofásico e com velocidade reduzida em terço distal associado a sinais de oclusão ao Doppler espectral em terço proximal. Diâmetro normal.
Com sinais de ateromatose. A análise de fluxo sanguíneo com Doppler espectral e cores mostrou fluxo laminar, trifásico e com velocidade normal. Observado a presença de sinais de estenose hemodinamicamente significativa (caracterizado por aumento de 2 vezes a velocidade no ponto de maior estenose) em terço médio. Diâmetro normal.
Presença de aneurisma fusiforme da artéria poplítea desde 6 cm acima da linha articular do joelho até a 2 cm acima da linha articular do joelho, com diâmetro transverso máximo de 1,6 cm, com presença de trombo mural associado. Lúmen com aproximadamente 15 mm. Diâmetro arterial proximal ao aneurisma de x cm e distal de x cm.
Presença de stent desde 20 cm acima da linha articular do joelho até 5cm abaixo da linha articular do joelho, com sinais de hiperplasia miointimal mas sem sinais de estenose hemodinamicamente significativa.
Presença de stent estendendo-se desde 20 cm acima da linha articular do joelho até 5 cm abaixo da linha articular do joelho. Observam-se sinais de hiperplasia miointimal, associados a estenose hemodinamicamente significativa no terço proximal do stent, caracterizada por um aumento de duas vezes na velocidade de pico sistólico no ponto de maior estreitamento.
A análise de fluxo sanguíneo por Doppler espectral e em cores mostrou um fluxo laminar, trifásico e com velocidade normal. O diâmetro dos vasos está dentro do esperado. Identificada a presença de enxerto de Dacron, estendendo-se desde a artéria femoral comum até a artéria poplítea supra articular. Com sinais de estenose hemodinamicamente significativa na região da anastomose proximal (caracterizado por aumento de 2 vezes a velocidade de pico sistólico no ponto de maior estreitamento). Não foram observados sinais de aneurismas ou pseudoaneurismas. Também não há evidências de fístulas arteriovenosas ou coleções ao redor da prótese.
A análise de fluxo sanguíneo por Doppler espectral e em cores mostrou um fluxo laminar, trifásico e com velocidade normal. O diâmetro dos vasos está dentro do esperado. Identificada a presença de enxerto com veia, estendendo-se desde a artéria femoral comum até a artéria poplítea supra articular. Não foram observados sinais de estenose hemodinamicamente significativa, aneurismas ou pseudoaneurismas. Também não há evidências de fístulas arteriovenosas ou coleções ao redor do enxerto.
A análise de fluxo sanguíneo por Doppler espectral e em cores mostrou um fluxo laminar, trifásico e com velocidade normal. O diâmetro dos vasos está dentro do esperado. Identificada a presença de enxerto com veia, estendendo-se desde a artéria femoral comum até a artéria poplítea supra articular. Com sinais de estenose hemodinamicamente significativa na região da anastomose proximal (caracterizado por aumento de 2 vezes a velocidade de pico sistólico no ponto de maior estreitamento). Não foram observados sinais de aneurismas ou pseudoaneurismas. Também não há evidências de fístulas arteriovenosas ou coleções ao redor do enxerto.
1 mês:
Avaliação inicial e testes de vigilância.
6 meses:
Repetir exame para resultados normais.
2 a 3 meses:
Repetir exame para estenose moderada.
300 cm/s:
Estenose grave requer nova intervenção.