Data do exame
Nome do paciente
Carótida comum à direita
Carótida interna à direita
Carótida externa à direita
Complexo médio intimal à direita:
Carótida comum à esquerda:
Carótida interna à esquerda:
Carótida externa à esquerda:
Complexo médio intimal à esquerda:
Artérias vertebrais bilateralmente:
ACCD Sístole
ACCD Diástole
ACID Sístole
ACID Diástole
ACED Sístole
ACED Diástole
Relação Sístole ACID/ACCD
0.00
ACCE Sístole
ACCE Diástole
ACIE Sístole
ACIE Diástole
ACEE Sístole
ACEE Diástole
Relação Sístole ACIE/ACCE
0.00
Vertebral DIREITA Sístole
Vertebral DIREITA Diástole
Vertebral ESQUERDA Sístole
Vertebral ESQUERDA Diástole
Opinião
1A Estenose Modo B
Grau
2A Estenose Modo B
Grau
Adicionais
Nome do medico
CRM

BIBLIOTECA DE FRASES

Sumário

PARA CORPO DE LAUDO

Carótida Normal

Ausência de espessamento parietal, não foram observadas tortuosidades significativas, placas ateromatosas ou alterações de fluxo do Doppler.

Vertebral normal

Artérias vertebrais com fluxo dentro da normalidade.

Carótida Alterada

Com placa sem estenose em bifurcação carotídea

Ausência de espessamento parietal, não foram observadas tortuosidades significativas, com a presença de placas ateromatosas (hiperecogênicas, regulares e homogêneas), a maior com 2,5 mm de espessura, localizada em bifurcação, mas sem alterações de fluxo ao Doppler.

Com placa sem estenose em 1/3 proximal de ACI

Ausência de espessamento parietal, não foram observadas tortuosidades significativas, com a presença de placas ateromatosas (hiperecogênicas, regulares e homogêneas), a maior com 2,5 mm de espessura, localizada em terço proximal, mas sem alterações de fluxo ao Doppler.

Com estenose entre 50 e 69% em 1/3 proximal ACI

Ausência de espessamento parietal, não foram observadas tortuosidades significativas, com a presença de placas ateromatosas (hiperecogênicas, regulares e homogêneas), a maior com 2,5 mm de espessura, localizada em terço proximal, com alterações de fluxo ao Doppler sugestivos de estenose entre 50 e 69%. Ao Modo B (anatômico) estenose mais próxima de 69%.

Com estenose entre 70 e 99% em 1/3 proximal ACI

Ausência de espessamento parietal, não foram observadas tortuosidades significativas, com a presença de placas ateromatosas (hiperecogênicas, irregulares e homogêneas), a maior com 3,3mm de espessura, localizada em terço proximal, com alterações de fluxo ao Doppler espectral sugestivos de estenose entre 70 e 99%. Ao Modo B e color Doppler, estenose de aproximadamente 70%.

Oclusão ACI

Ausência de espessamento parietal e tortuosidades significativas, com a presença de placas ateromatosas hiperecogênicas ocupando toda a luz do vaso, localizadas em terço proximal, e sem sinais de fluxo ao Doppler espectral.  

Estenose em ACI somente ao Modo B

Ao Modo B (anatômico) estenose de aproximadamente 60%.

Vertebral alterada

Velocidade reduzida

Artéria vertebral à direita esquerda bilateral com velocidade diastólica final reduzida.

Artéria vertebral à direita esquerda bilateral com velocidade diastólica final reduzida, o que pode estar relacionado com hipoplasia ou obstrução em segmentos distais.

 

Artéria vertebral sem sinais de fluxo

Artéria vertebral à direita esquerda bilateral sem sinais de fluxo ao Doppler espectral em todo o trajeto por meio de avaliação com uso de transdutores linear e convexo. Artéria vertebral à direita esquerda bilateral com fluxo dentro da normalidade.

 

Artéria vertebral com sinais de estenose

Presença de velocidade de pico sistólico aumentada (x cm/s) em segmento V1 de artéria vertebral direita esquerda bilateral compatível com estenose hemodinamicamente significativa.

 

Roubo parcial da artéria subclávia

Sinais de inversão parcial do fluxo em artéria vertebral à direita esquerda compatível com estenose hemodinamicamente significativa ou oclusão da artéria subclávia ipsilateral.

Roubo total da artéria subclávia

Sinais de inversão total do fluxo em artéria vertebral à direita esquerda compatível com estenose hemodinamicamente significativa ou oclusão da artéria subclávia ipsilateral.

PARA OPINIÃO

Carótida sem sinais de fluxo

Artéria carótida à direita esquerda bilateral com a presença de placas ateromatosas e sem sinais de fluxo ao Doppler espectral em todo o trajeto por meio de avaliação com uso de transdutores linear e convexo.

Presença de kinking

Presença de kinking em artéria carótida interna à direita, mas sem outras alterações associadas.

Artérias vertebrais VDF reduzida

Artéria vertebral à direita esquerda bilateral com velocidade diastólica final reduzida.

Artéria vertebral à direita esquerda bilateral com velocidade diastólica final reduzida, o que pode estar relacionado com hipoplasia ou obstrução em segmentos distais.

Artéria vertebral sem sinais de fluxo

Artéria vertebral à direita esquerda bilateral sem sinais de fluxo ao Doppler espectral em todo o trajeto por meio de avaliação com uso de transdutores linear e convexo. Artéria vertebral à direita esquerda bilateral com fluxo dentro da normalidade.

Artéria vertebral com sinais de estenose

Presença de velocidade de pico sistólico aumentada (x cm/s) em segmento V1 de artéria vertebral direita esquerda bilateral compatível com estenose hemodinamicamente significativa.

Roubo parcial da artéria subclávia

Sinais de inversão parcial do fluxo em artéria vertebral à direita esquerda compatível com estenose hemodinamicamente significativa ou oclusão da artéria subclávia ipsilateral.

Roubo total da artéria subclávia

Sinais de inversão total do fluxo em artéria vertebral à direita esquerda compatível com estenose hemodinamicamente significativa ou oclusão da artéria subclávia ipsilateral.

Critérios de Grant para estenose carotídea

Degree of Stenosis (%) ICA PSV (cm/sec) Plaque Estimate (%) * ICA/CCA PSV Ratio ICA EDV (cm/sec)

Normal

< 125 None < 2.0 < 40

< 50

< 125 < 50 < 2.0 < 40

50–69

125–230 ≥ 50 2.0–4.0 40–100

≥ 70 (menos que near occlusion)

> 230 ≥ 50 > 4.0 > 100

Near occlusion

High, low, or undetectable Visible Variable Variable

Total occlusion

Undetectable Visible, no detectable lumen Not applicable Not applicable
* Plaque estimate (redução do diâmetro) com gray-scale e Doppler colorido.

Outros critérios de estenose carotídea

EstenoseVPSVDFVPS ACI / VPS ACC
< 50%< 140 cm/s< 40 cm/s< 2,0
50–69%140–230 cm/s> 40 cm/s2,0–3,1
> 70%> 230 cm/s> 70 cm/s> 4,0
> 90%> 400 cm/s> 5,0
SuboclusãoVariávelVariávelVariável
OclusãoAusênciaAusênciaNão se aplica

Alterações geométricas da carótida

Tipo Alteração
Kinking Tipo I Ângulo de curvatura entre 60° e 90°
Kinking Tipo II Ângulo de curvatura entre 30° e 60°
Kinking Tipo III Ângulo de curvatura menor que 30°
Coiling Acotovelamento em formato de “C” ou “S”
Looping Torção do vaso sobre o próprio eixo

Kinking

S - shape

Coiling

C - shape

Escala de Gray-Weale/Geroulakos para placas de ateroma

Classificação Característica
Tipo I Uniformemente ecoluscente. Capa fibrótica mal definida ou ausente.
Tipo II Predominantemente ecoluscente, com áreas ecogênicas < 50%.
Tipo III Predominantemente ecogênica, com áreas ecogênicas > 50%.
Tipo IV Uniformemente ecogênica, com áreas ecogênicas > 85%.
Tipo V Calcificada, com sombra acústica posterior.

NASCET e ECST:

Cálculo da Estenose
NASCET = (A − B) / A
ECST = (C − B) / C
  • A = diâmetro da ACI normal (segmento saudável) distal ao bulbo.
  • B = diâmetro do lúmen no ponto de maior estenose.
  • C = diâmetro “verdadeiro” da ACI no nível da placa (antes da estenose).
Dica: NASCET costuma gerar percentuais mais baixos que ECST para o mesmo caso.

Diâmetros

Vaso Normal (≤) Ectasia Aneurisma Cirurgia
Carótida bulbo 10 mm 11–14 15 2 a 2,5; sint.; ↑0,5 cm/a
Carótida interna 7 mm 8–11 12 2 a 2,5; sint.
Tronco braquiocefálico 12 mm 13–14 15 30; ↑0,5 cm/a
Subclávia 10 mm 11–12 13 2 a 3 cm; sint.; ↑0,5 cm/a

Imagens para registrar

O Doppler de carótidas é uma ferramenta fundamental para avaliar doenças arteriais.
Além da observação dinâmica em tempo real, é essencial registrar imagens que contenham as informações mínimas necessárias para um diagnóstico preciso.

Essas imagens devem incluir cortes longitudinais e transversais das artérias carótidas comuns, internas e externas. É importante destacar áreas de interesse, como placas, estenoses ou tortuosidades (kinks).

Também é indispensável registrar o Doppler colorido espectral com os valores das velocidades sistólicas e diastólicas — especialmente nas regiões com turbulência ou fluxo alterado.

Esses registros fotográficos permitem uma revisão diagnóstica mais segura e servem como base para comparações futuras, garantindo um acompanhamento detalhado e confiável da evolução das condições observadas.