Aneurismas Fusiformes: caracterizam-se por uma dilatação difusa que envolve toda a circunferência da artéria, causando um aumento alongado e simétrico. Esses aneurismas geralmente se desenvolvem em artérias sujeitas a processos degenerativos crônicos, como aterosclerose, e podem variar bastante de tamanho.
Aneurismas Saculares: são dilatações mais localizadas e em forma de bolsa, envolvendo apenas uma parte da parede arterial. Esse tipo de aneurisma apresenta maior propensão a complicações, como ruptura ou trombose, e costuma ter indicação de tratamento independente do tamanho, especialmente quando sintomático ou localizado em artérias importantes.
Determine o tamanho normal do vaso (Dₙ):
Esse valor varia dependendo do vaso sanguíneo em questão (ex.: artéria aorta, artéria poplítea). O tamanho normal pode ser obtido a partir de referências anatômicas ou exames prévios do próprio paciente.
Calcule o aumento de 50%:
Multiplique o diâmetro normal (Dₙ) por 1,5 para encontrar o valor que caracteriza o aneurisma.
Fórmula:
D aneurisma = Dn×1,5
Compare com o diâmetro medido:
Se o diâmetro atual da artéria (medido no exame de imagem, como ultrassom ou tomografia) for igual ou maior que esse valor calculado, a artéria apresenta um aneurisma.
Nesse caso, um diâmetro de 3 cm ou mais indicaria que a artéria está dilatada em pelo menos 50% e é classificada como aneurisma.
Aneurismas Fusiformes: caracterizam-se por uma dilatação difusa que envolve toda a circunferência da artéria, causando um aumento alongado e simétrico. Esses aneurismas geralmente se desenvolvem em artérias sujeitas a processos degenerativos crônicos, como aterosclerose, e podem variar bastante de tamanho.
Aneurismas Saculares: são dilatações mais localizadas e em forma de bolsa, envolvendo apenas uma parte da parede arterial. Esse tipo de aneurisma apresenta maior propensão a complicações, como ruptura ou trombose, e costuma ter indicação de tratamento independente do tamanho, especialmente quando sintomático ou localizado em artérias importantes.